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Dos cursos aprovados, três são de doutorado – Bioquímica Ecologia e Inovação Tecnológica em Medicamentos. Este último é plenamente novo, ou seja, não é o resultado da ampliação de ações preexistentes, como o mestrado, e será vinculado ao Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos, Nuplam. O curso citado contou com a participação do Núcleo de Inovação Tecnológica, NIT, coordenado pelo professor Rubens Maribondo, durante a elaboração da sua proposta.
Os outros quatro cursos são de Mestrado e correspondem às áreas de Produção Animal – associado com a Universidade Federal Rural do Semi-Árido, UFERSA; Engenharia Civil, vinculado ao CT; Estudos de Mídia – que será o primeiro stritcto sensu em Comunicação Social na Instituição e Arquitetura, Projeto e Meio ambiente, que será o primeiro mestrado profissional em Arquitetura do Brasil.
De acordo com a pró-reitora de Pós-Graduação, Edna Silva, cada um dos cursos disponibilizará de 12 a 20 vagas – discussão que ainda será feita pelos colegiados, mas que será relacionada ao número de orientadores disponíveis. A previsão da PPG é que os novos cursos comecem a funcionar de acordo com o calendário acadêmico de 2009.
A pró-reitora informou ainda que ajustamentos da infra-estrutura e do quadro de pessoal estão sendo providenciados. “O laboratório necessário para o curso na área de Engenharia Civil está com a licitação em análise e a Escola de Jundiaí, que abrigará o Mestrado em Produção Animal está sendo adequada para atender à demanda. Os concursos que têm sido realizados pela Universidade neste ano, também, consideraram a necessidade da Pós-Graduação e incluíram vagas para o banco de professores equivalentes”, explicou.